EFLU
Tratamento de efluentes industriais
Coagulantes, floculantes e polímeros para tratamento físico-químico de efluentes industriais, acompanhados do monitoramento operacional e químico da estação — para enquadramento no padrão de lançamento e redução do volume de lodo gerado.
PARÂMETROS DE CONTROLE · DQO · sólidos suspensos · pH · turbidez

Por que o tratamento físico-químico exige ajuste contínuo
Efluente industrial não tem composição constante. Mudanças de campanha, de matéria-prima, de turno ou de chuva alteram vazão, pH, carga orgânica e sólidos suspensos. Uma dosagem fixa que funcionou no mês passado pode gerar, hoje, efluente fora do padrão ou consumo desnecessário de produto.
- Enquadramento no padrão de lançamento
- Parâmetros fora da faixa exigida pelo órgão ambiental expõem a operação a autuação e a interrupção de licença.
- Volume e desaguamento do lodo
- Coagulação e floculação mal ajustadas produzem lodo em excesso e com baixa desidratabilidade, o que eleva o custo de destinação.
- Variabilidade de carga
- Picos de carga orgânica ou de sólidos desestabilizam a estação e comprometem o resultado do decantador.
- Custo de produto químico
- Sobredosagem é um custo silencioso e recorrente, e frequentemente piora o resultado em vez de melhorá-lo.
Como estruturamos o tratamento
- 01 Caracterização do efluente Análise da água a ser tratada e ensaios de bancada (jar test) para definir o coagulante, o polímero e as faixas de pH e de dosagem que dão o melhor resultado para aquele efluente.
- 02 Seleção do programa químico Definição da linha de coagulantes, floculantes e auxiliares adequada à natureza do efluente e ao tipo de estação instalada.
- 03 Ajuste operacional da estação Acompanhamento dos pontos de dosagem, dos tempos de mistura e de floculação e do regime do decantador — o resultado depende tanto da operação quanto do produto.
- 04 Monitoramento operacional e químico Monitoramento das estações de efluentes em nível operacional e químico, com relatórios periódicos e inspeções com registro fotográfico.
Linha de produtos aplicada em efluentes
- Coagulantes inorgânicos e orgânicos para desestabilização de coloides
- Floculantes poliméricos aniônicos, catiônicos e não iônicos
- Polímeros para desaguamento e adensamento de lodo
- Produtos para correção de pH e alcalinidade
- Auxiliares de clarificação e antiespumantes
- Produtos para controle de odor e de sulfetos
O que acompanha o fornecimento
- Análises de água, de depósito e contagem microbiológica em laboratório próprio
- Taxas de corrosão e deposição em corpos de prova de aço carbono, ligas de cobre e admiralty
- Relatórios periódicos de avaliação e inspeções com registro fotográfico
- Tanques, bombas dosadoras e descargas automáticas em regime de comodato
- Montagem de laboratório na planta, com aparelhagem e analista
- Transporte de produto e de pessoal operacional e técnico
O que o programa entrega na operação
- Efluente dentro do padrão
- Parâmetros de lançamento estabilizados e documentados em relatório.
- Menos lodo para destinar
- Programa ajustado gera lodo em menor volume e com melhor desidratabilidade.
- Dosagem sob controle
- Consumo de produto proporcional à carga real, sem sobredosagem sistemática.
- Estação com operação acompanhada
- Monitoramento em nível operacional e químico, não apenas fornecimento de produto.
Perguntas sobre tratamento de efluentes industriais
Qual a diferença entre coagulação e floculação?
São duas etapas consecutivas. A coagulação neutraliza a carga elétrica das partículas coloidais, que naturalmente se repelem, permitindo que elas se aproximem — exige mistura rápida e é sensível ao pH. A floculação, em seguida, usa polímeros de cadeia longa que fazem pontes entre essas partículas já desestabilizadas, formando flocos grandes e densos o suficiente para sedimentar — exige mistura lenta. Errar a ordem, o pH ou a intensidade de mistura compromete o resultado mesmo com o produto certo.
Por que fazer jar test antes de definir o produto?
Porque cada efluente responde de forma diferente. O ensaio de bancada reproduz em escala reduzida a coagulação, a floculação e a sedimentação, e permite comparar produtos, dosagens e faixas de pH antes de aplicar na estação. É a forma mais barata de evitar tanto o subdimensionamento quanto a sobredosagem.
A Scherr acompanha a operação da estação ou só fornece produto?
Acompanhamos a operação. O monitoramento das estações de efluentes é feito em nível operacional e químico, com relatórios periódicos de avaliação e inspeções com registros fotográficos e filmagens. Também dispomos de laboratório químico próprio para as análises.
O tratamento de efluentes permite reuso da água?
Depende do efluente e do uso pretendido. O tratamento físico-químico é a etapa que remove sólidos, cor e boa parte da carga; a viabilidade do reuso depende do que resta em solução e do requisito de qualidade do ponto de consumo. Avaliamos essa possibilidade caso a caso, inclusive integrando com o circuito de resfriamento quando faz sentido.
Outras áreas de atuação
Precisa de tratamento de efluentes industriais na sua planta?
Nossa equipe técnica avalia o seu sistema e apresenta o programa químico adequado. Atendemos indústrias em Minas Gerais desde 1993. Nossa sede fica em Nova Lima.