COMB
Tratamento de óleo combustível
Linha completa de aditivos para tratamento de óleo combustível, com equipe técnica preparada para indicar o produto adequado a cada caso — combustão, estocagem, borra e proteção das superfícies do lado dos gases.
PARÂMETROS DE CONTROLE · enxofre · cinzas · viscosidade · água e sedimentos

O que o combustível não tratado custa à operação
Óleo combustível pesado é um produto instável ao longo do tempo e sensível à temperatura. Os problemas aparecem em dois lugares distintos: no tanque, antes da queima, e nas superfícies de troca, depois dela.
- Borra e sedimentação no tanque
- A separação de asfaltenos e a acumulação de água formam borra no fundo do tanque, que reduz o volume útil, entope filtros e exige limpeza.
- Combustão incompleta
- Atomização deficiente e queima incompleta geram fuligem, elevam o consumo específico e aumentam a emissão de material particulado.
- Depósito no lado dos gases
- Fuligem e cinzas depositam-se nos tubos e nas superfícies de troca, reduzindo a eficiência da caldeira e exigindo sopragem mais frequente.
- Corrosão por baixa temperatura
- Enxofre no combustível forma ácido sulfúrico quando os gases resfriam abaixo do ponto de orvalho ácido, atacando pré-aquecedores, dutos e chaminé.
Como estruturamos o atendimento
- 01 Caracterização do combustível e do sistema Levantamento do tipo de óleo, das condições de estocagem e aquecimento, do queimador e do histórico de depósito e de limpeza.
- 02 Seleção do aditivo Definição do produto conforme o objetivo predominante — dispersão de borra, melhoria de combustão, controle de depósito no lado dos gases ou proteção contra corrosão ácida.
- 03 Definição do ponto e da taxa de dosagem O ponto de aplicação e a taxa determinam boa parte do resultado, especialmente para aditivos de combustão.
- 04 Acompanhamento de resultado Inspeções com registros fotográficos e filmagens e relatórios periódicos de avaliação do tratamento.
Linha de aditivos para óleo combustível
- Dispersantes de borra e estabilizantes para tanques de estocagem
- Aditivos de combustão para melhoria de queima e redução de fuligem
- Produtos para controle de depósito no lado dos gases
- Aditivos para elevação do ponto de fusão de cinzas
- Produtos para proteção contra corrosão por baixa temperatura
- Desemulsificantes e produtos para remoção de água
O que acompanha o fornecimento
- Análises de água, de depósito e contagem microbiológica em laboratório próprio
- Taxas de corrosão e deposição em corpos de prova de aço carbono, ligas de cobre e admiralty
- Relatórios periódicos de avaliação e inspeções com registro fotográfico
- Tanques, bombas dosadoras e descargas automáticas em regime de comodato
- Montagem de laboratório na planta, com aparelhagem e analista
- Transporte de produto e de pessoal operacional e técnico
O que o programa entrega na operação
- Consumo específico menor
- Queima mais completa entrega mais calor útil por unidade de combustível.
- Menos parada para limpeza
- Controle de depósito no lado dos gases reduz a frequência de intervenção.
- Tanque com volume útil preservado
- Dispersão de borra evita a perda progressiva de capacidade de estocagem.
- Proteção de dutos e pré-aquecedores
- Redução do ataque ácido nas regiões de temperatura mais baixa.
Perguntas sobre tratamento de óleo combustível
O que é borra de óleo combustível e como evitá-la?
Borra é o material que se separa do óleo no tanque: asfaltenos que floculam por instabilidade ou incompatibilidade entre partidas diferentes de combustível, somados a água e sedimentos. Ela se acumula no fundo, reduz o volume útil do tanque, entope filtros e prejudica a atomização. Aditivos dispersantes mantêm esse material em suspensão fina, o que evita a formação da camada consolidada — e é bem mais barato do que remover borra já depositada.
Aditivo de combustão realmente reduz consumo?
O ganho vem de queima mais completa: melhor atomização e menos carbono não queimado significam mais calor útil por unidade de combustível, além de menos fuligem depositada nas superfícies de troca — e superfície limpa transfere mais calor. A magnitude do ganho depende do estado atual do sistema: uma operação já bem ajustada tem menos margem do que uma com histórico de fuligem e depósito. Por isso avaliamos o caso antes de indicar o produto.
O que é corrosão por ponto de orvalho ácido?
O enxofre do combustível forma SO₂ e SO₃ na queima. Quando os gases resfriam abaixo do ponto de orvalho ácido, o SO₃ combina com o vapor d'água e condensa como ácido sulfúrico sobre o metal — tipicamente em pré-aquecedores de ar, dutos e chaminé, que são as regiões mais frias. É a razão pela qual não se opera a temperatura de saída dos gases arbitrariamente baixa só para ganhar eficiência.
Como escolher o aditivo certo para o meu caso?
Depende do problema predominante, do tipo de óleo e do sistema de queima. Nossa equipe técnica avalia o caso e indica o produto adequado — a linha cobre desde tratamento de tanque até controle de depósito e proteção contra corrosão ácida.
Outras áreas de atuação
Precisa de tratamento de óleo combustível na sua planta?
Nossa equipe técnica avalia o seu sistema e apresenta o programa químico adequado. Atendemos indústrias em Minas Gerais desde 1993. Nossa sede fica em Nova Lima.